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Piolhos, lêndeas e ninfas: um verdadeiro conto de fadas!

Se há coisa que todos os pais de crianças pequenas temem, é aquele dia em que nas escolinhas é afixado o aviso da presença de piolhos na sala!
Por muitos cuidados que se tenham, há coisas que são quase impossíveis de evitar e apanhar piolhos entre as crianças de idade escolar é uma delas.
Para nós, pais, conseguirmos sobreviver a esta praga, ficam então algumas informações importantes e conselhos.

Primeiro e para melhor sabermos actuar, convém saber algumas coisas acerca destes amiguinhos das cabeças.
Os piolhos são bichinhos que vivem exclusivamente nas cabeças humanas (não infestam animais de companhia, por exemplo, nem se espalham pelo corpo, nem mesmo pelos mais peludos!). Existem outros tipos de “bichinhos” que podem viver nos pêlos corporais e noutras zonas específicas, mas não são os mesmos piolhos que habitam nas cabeças das nossas crianças (ou mesmo nas nossas mesmas cabeças).

Vivem todo o seu ciclo de vida numa cabeça cabeluda. São incapazes de voar, saltar e até mesmo andar de forma ágil numa superfície plana. São, no entanto, muito rápidos a movimentarem-se nos cabelos (até cerca de 4mm/segundo). Por este mesmo motivo, a contaminação acontece sempre por contacto directo entre cabelos e cabelos, ou cabelos e objectos que depois entram em contacto com outros cabelos.

Por exemplo: os abraços apertadinhos e as “turras” cabeça-cabeça, são algumas das brincadeiras que podem levar à transmissão directa da praga. A troca de chapéus, uso indiscriminado de pentes alheios, troca de ganchos e fitas de cabelo ou partilha de almofadas/camas são exemplos de contaminação por objectos.

Os piolhos não transmitem qualquer tipo de doença e apenas causam bastante desconforto pela comichão que provocam. Esta comichão é causada pela reacção alérgica à sua saliva, que é extremamente irritante e que é deixada pelos piolhos a cada nova refeição no nosso couro cabeludo. Pois é, os piolhos alimentam-se exclusivamente de sangue humano!
A comichão pode não aparecer logo no início da infestação, mas acabará por aparecer. Pode igualmente manter-se presente após a resolução definitiva da infestação, precisamente por se tratar de uma reacção alérgica e não é propriamente causada apenas pela presença dos piolhos.

Para evitar outras complicações, as unhas das crianças devem ser mantidas curtas e se necessário podem utilizar-se luvas de algodão para dormir para evitar a formação de feridas e infecções no couro cabeludo causadas pelo acto de coçar. É uma boa altura para voltar a usar champôs de bebé, sem perfume, hipoalergénicos e suaves para o couro cabeludo.
Fora da cabeça, os piolhos sobrevivem menos de 24h, morrendo rapidamente de desidratação. Em geral os piolhos vivem cerca de 1 mês.
Estes bichinhos reproduzem-se por ovos (lêndeas) que prendem eficazmente ao cabelo. Dependendo da cor de cabelo, estas, apesar de mais pequenas (menos de 1mm), podem ser mais facilmente identificadas, primeiro porque não fogem e segundo porque se vêem muito bem em cabelos escuros. As lêndeas são ovais, alongadas e vão desde o branco a uma cor de café com leite. Diferem das “caspas” por se encontrarem firmemente presas ao cabelo, sendo difíceis de soltar ou deslocar.
Após a colocação dos ovos, as ninfas (piolhos não adultos) nascem entre o 6º e o 10º dia. As ninfas atingem a capacidade de reprodução (colocar ovos/lêndeas) 9 a 12 dias após o seu nascimento. Cada piolha adulta pode colocar até cerca de 10 lêndeas por dia.
Um piolho adulto mede até cerca de 3mm.
Detectá-los cedo e actuar de imediato é a forma mais eficaz de controlar esta praga.
Ao longo dos anos foram surgindo inúmeras formas e “mézinhas” para resolver esta praga, mas a verdade é que desde as múmias do Egipto até aos dias de hoje, estes insectos souberam sempre como sobreviver. A verdade é que em contexto escolar, muitas vezes, dá-se a re-infestação antes ainda da resolução da primeira vaga. Isto devido ao ciclo de vida e ao tempo de eclosão dos ovos.
Todo e qualquer tratamento tem/deve ser repetido entre 7 a 14 dias após a primeira aplicação. As lêndeas são muito resistentes e é preciso deixá-las eclodir para se poderem matar os piolhos entretanto nascidos, preferencialmente antes de atingirem a idade adulta. No nosso clima temperado, as lêndeas são colocadas entre 3 a 5 mm do couro cabeludo, logo, lêndeas que estejam a mais de 1 cm do couro cabeludo já eclodiram (estão vazias) ou morreram e não vão nascer. As lêndeas não se soltam após a eclosão, logo é possível existirem lêndeas nos cabelos (a mais de 1 cm do couro cabeludo) e não haver infestação presente/activa. Isto é principalmente importante para as/os mães/pais mais preocupadas(os).

A única forma de soltar as lêndeas é por pressão física, catar ou uso de pentes metálicos finos (resulta melhor em cabelos lisos). Estas podem levar até cerca de 6 meses a desintegrarem-se e soltarem-se sozinhas.
Todos os produtos que “prometem” a eliminação de piolhos, referem-se quase que exclusivamente a piolhos e ninfas vivos(as) e não são isentos de contra-indicações ou efeitos adversos. Isto deve-se quase sempre ao facto do nosso couro cabeludo ser muito permeável a químicos e potencialmente reactivo a todas as sustâncias estranhas uma vez que já se encontra, à partida, a reagir à saliva dos piolhos.
Por este mesmo motivo, e para dar sentido ao dito popular: “casa de ferreiro, espeto de pau”, cá em casa, o método de eleição é a electrocussão.  Sim, estou a falar a sério! Existem já no mercado vários tipos de pentes metálicos eléctricos que funcionam com uma baixa voltagem (normalmente uma pilha AA de 1,5v) e que se limitam a electrocutar os amiguinhos de 6 patas.  É importante o cabelo estar bem seco e desembaraçado, e ter especial atenção à zona junto às orelhas e ao cimo do pescoço, de resto é apenas garantir que todo o cabelo passa no pente e que este percorre todo o cabelo preferencialmente de forma rápida mas eficaz. Em cabelos encaracolados, ou mais espessos, pode ser necessário ir fazendo mechas de cabelo de forma a garantir que todos os cabelos passam no pente. Em cabelos finos e lisos (abençoada genética cá de casa) é bastante rápido. Esta é uma forma eficaz de controlar a infestação. No entanto e como em todos os outros métodos, não chega uma única passagem, é importante ir fazendo ao longo dos dias e enquanto durar a infestação da escola/sala. Não é necessário todos os dias, mas se a infestação está activa na escola, mal não faz em fazer cada vez que se chega a casa de forma a evitar que uma nova piolha passe a noite a colocar novos ovos e a infestação se mantenham activa também em nossa casa.
Apesar do investimento mais elevado de início, parece-me ser mesmo assim uma boa solução uma vez que é um investimento único que dá para a utilização de todos os membros da família. O único cuidado é fazer uma boa limpeza do pente entre cada utilização, removendo todos os cabelos e ou impurezas acumuladas entre os dentes do pente. A passagem de um toalhete com álcool pode ajudar.
A roupa de cama (principalmente fronhas de almofadas) deve ser lavada acima de 60ºC. A esta temperatura, tanto piolhos como ninfas e lêndeas (ovos) são eliminados. Objectos mais delicados como ganchos ou fitas de cabelo podem ser guardadas fechadas durante mais de 24h para garantir que não têm nenhum bichinho vivo durante a utilização seguinte. Deve-se ter o cuidado de eliminar bem os cabelos de todos os pentes, escovas, ganchos, chapéus, etc… de forma a garantir que também nenhum ovo/lêndea eclodirá entretanto.
Apesar de incómoda este tipo de praga não obriga à evicção escolar, sendo que a escola deve ser alertada para que toda a comunidade possa ter os devidos cuidados de vigilância.

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Sobre a escarlatina

A escarlatina é uma doença particularmente comum da infância. Trata-se de uma doença infecto-contagiosa transmitida pelas gotículas de saliva e/ou secreções nasais (ranhocas) expelidas durante a tosse, espirros ou simples respiração, bem como pelo contacto directo com superfícies ou objectos contaminados (ex: talheres, roupas, lenços). A escarlatina deve ser sempre vista por um médico pois tem de ser tratada obrigatoriamente com antibiótico.

Apesar da evolução benigna e que transmite imunidade parcial (para a estirpe específica que infectou, podendo ainda ser contaminado por outras estirpes), quando não tratada pode originar algumas complicações graves. No entanto, actualmente, é facilmente controlada com a medicação (antibioterapia), sendo que, normalmente, ao fim de 48h de antibiótico (desde que ultrapassada também a febre), a criança pode regressar à escola uma vez que já não pode contagiar os outros.

Esta doença, pela forma de contágio, é mais frequente nos meses frios e húmidos, portanto desde o Outono à Primavera.
Quando surge um surto de escarlatina na creche/jardim de infância/escola é importante manterem-se atentos aos sinais, visto que é uma doença de início súbito. Inicia-se com dores de garganta, dificuldade em engolir (nos mais pequenos é a recusa alimentar que dá esse sinal), febre alta e durante os 3 dias seguintes surgem manchas vermelhas rugosas na pele, espalhadas por todo o corpo (excepto palmas das mãos, pés e zona em redor da boca) que quando pressionadas perdem a cor. A língua pode apresentar ligeiras pintas e fica mais avermelhada, fica com um aspecto chamado língua de morango (ou framboesa). As manchas podem levar até quase 1 mês a descamarem e desaparecerem.

As mesmas bactérias que provocam escarlatina, também provocam outras doenças como faringites e impetigo, entre outras. Sendo bactérias bastante comuns, é importante, que quando surge um surto, numa escola, por exemplo, sejam despistados os portadores assintomáticos, logo os cuidadores adultos devem, por precaução, fazer testes rápidos de despistagem e eventualmente pode até ser recomendado que façam antibiótico todos os cuidadores de crianças pequenas e/ou os preparadores de alimentos.

E, o que podemos nós, pais, fazer para ajudar as nossas crianças?
Não forçar a alimentação. É normal que o apetite esteja francamente diminuído e a dor ao engolir dificulte a refeição. O melhor é optar por alimentos líquidos ou pastosos, preferencialmente mornos (pouco quentes) e em quantidades adequadas à vontade da criança.
É importante que a criança se mantenha hidratada (devem ir bebendo líquidos) e manter o ar ambiente húmido ajuda na recuperação da garganta. Logo o uso de humidificadores é recomendado. Por este mesmo motivo, devem evitar-se ares condicionados ou aquecimentos demasiado intensos que levem à secura do ar. O uso de um bom hidratante e gel de duche, ambos sem perfume e hipoalergénicos podem ajudar, mas habitualmente as manchas não causam qualquer desconforto. A descamação posterior é que pode originar comichão. Manter a pele bem hidratada é a melhor forma de prevenir e minimizar o desconforto.
A febre pode ser controlada sempre que eleve demasiado, mas normalmente baixa rapidamente após o início do tratamento com o antibiótico e deixa de ser preocupante.

 

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E depois da varicela?

Há tempos já abordei aqui aqueles que me parecem ser os cuidados essenciais a ter com os miúdos, em caso de varicela. E depois da varicela?

cremesFoto de Jan Jelinek, via freeimages.com

Muitas crianças (e também adultos) passam pela varicela sem (quase) darem conta e assim como apareceu, desaparece sem deixar marcas…
Mas a realidade da maioria de nós não é esta. Seja por ter pele sensível, atópica ou tendência para fazer cicatrizes quelóides, as marcas da varicela vêm e ficam de forma permanente. Após a secagem das lesões, após a crosta cair, fica uma “cratera” mais ou menos profunda, mais ou menos avermelhada, mais ou menos inestética e visível.

Não há nenhum produto cosmético que retire completamente uma cicatriz (sim o que fica é uma cicatriz, tal como nas estrias, ou nas feridas/cortes). O que há são produtos que modelam as cicatrizes para que estas se tornem menos evidentes e mais dissimuladas.

Existem duas ou três grandes marcas que costumo recomendar: Mederma® e Dermatix® (ou Kelo-Cote®). O primeiro é o que recomendo para a varicela e para o uso mais generalizado como estrias e etc. As outras duas marcas são de gel de silicone que normalmente aconselho em situações de cirurgias complicadas ou queimaduras profundas, pois o efeito de repor o nível da pele mais elevado quando há substancial perda de tecido é mais evidente.

Mas voltemos então à varicela… A lesão secou, a crosta caiu e ficámos com uma marca feia! Recomendo que até à total cicatrização da lesão continuem a insistir com o Cicabio creme, pois ainda há um potencial de infecção e a própria costa causa comichão que é melhor aliviada pelo Cicabio. Após a total cicatrização recomendo o uso do Mederma aplicado duas vezes ao dia.

É importante ter noção que todo e qualquer tratamento de cicatrizes é feito a médio/longo prazo, falamos de no mínimo de três meses de tratamento diário, com maior probabilidade de se estender até aos seis meses de tratamento (em estrias antigas, poderemos prolongar até ao ano.)
O Mederma pode ser aplicado à noite com oclusão, ou seja, colocando um adesivo “plástico” por cima (peçam na farmácia um adesivo especifico para oclusão, tendo o cuidado de referir se se trata de uma pessoa/criança com tendência alérgica ou não).

Cada caso é um caso, mas por norma nas lesões da varicela não se torna necessário fazer oclusão. O próprio gel do Mederma, ao secar, forma uma película que lhe permite actuar em maior profundidade. O Mederma foi desenvolvido a partir das propriedades de plantas como a Aloé Vera e do Alho e, a nível de formulação, parece-me muito bem conseguido (eu dispensaria o perfume (inútil) e o metilparabeno (à falta de melhor…)).

Dito isto, falta ainda referir que, como em todas as cicatrizes, é importante proteger do sol! Nunca usar factor de protecção inferior a 50, mas isto também já é um conselho uniformizado em todas as crianças!
Manter a pele hidratada e saudável ajuda à mais rápida recuperação e renovação celular.

Mais uma vez refiro que não há dois casos iguais, nem soluções milagrosas! Se precisarem de mais algum esclarecimento, ou ajuda, enviem-me por e-mail ou em comentário. Tentarei responder de forma ágil.

Nota:
As sugestões que faço, de marcas comerciais, são do meu conhecimento e experiência enquanto farmacêutica e mãe. Existem sempre diversas alternativas equivalentes em termos de composição e função. Se tiverem alguma dúvida relativa a outras alternativas, coloquem em comentários que eu respondo dentro dos meus conhecimentos.

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Sono afetado por problemas de saúde mental

Artigo original: Sono afetado por problemas de saúde mental

Source: www.paisefilhos.pt

“Os problemas do sono em crianças pequenas ocorrem, com frequência, em conjunto com outros problemas comportamentais. A evidência de sono inadequado está associada a sonolência diurna, dificuldades de adaptação à vida na pré-escola e problemas de irritabilidade, hiperatividade e atenção”, garante o principal autor do estudo, John Boekamp, diretor clínico do programa hospitalar pediátrico do hospital Bradley em Providence (EUA).

O mesmo especialista adverte que os distúrbios do sono podem não ser reconhecidos ou suficientemente diagnosticados em crianças pequenas, especialmente quando há problemas comportamentais ou emocionais”.

Sono afecta comportamento, comportamento afecta o sono… Isto é, em bom português: uma pescadinha de rabo na boca. Não se pode diagnosticar de um lado sem assegurar que o outro está equilibrado. Sendo o sono uma função vital, é impreterível que se implementem boas rotinas, estáveis e consistentes, antes de podermos avaliar se há, ou não, problemas de comportamento.

Em certas idades, apenas 1h de sono a menos tem já manifestações claras no comportamento do dia seguinte. E quando pensamos a longo prazo… o que farão horas e horas de sono em falta acumuladas? Que consequências a nível de comportamento? E de saúde?

Na sociedade actual, deparo-me muitas vezes com algumas inversões de prioridades. Quando um, ou ambos os pais, trabalham até tarde, é habitual que as crianças se deitem mais tarde do que o desejável pois “senão não estariam tempo suficiente juntos”. É prioritário que o tempo de família se sobreponha às necessidades vitais da criança? Nós, adultos, temos muitas vezes a tendência para esquecer este caracter vital do sono, mas o sono é tão vital quanto comer e respirar. Porque é que o desvalorizamos tanto? E o que acontece quando essa desvalorização recai sobre o sono de uma criança, um ser humano em desenvolvimento? Quais as consequências a curto e a longo prazo?

Também me cruzo, com alguma frequência, com uma desvalorização da qualidade do sono ininterrupto das crianças: “é normal nos primeiros anos de vida acordarem muito durante a noite”. Será? À nascença as necessidades vitais vão-se intercalando de forma a permitir a melhor adapatação à vida fora do útero. A alimentação que era contínua (pelo cordão umbilical), passa a ser intervalada e isso marca, muitas vezes, a interrupção dos ciclos de sono que não se encontram, ainda, estruturados. No entanto, fisiologicamente, o bebé está preparado para um jejum prolongado (mínimo de 8h, durante o sono) a partir dos 6 meses de vida. Então porque é que será considerado normal que a criança continue a acordar várias vezes por noite? Será que todos sabemos como funciona esta nossa função de dormir? Ou será que assumimos que é automático? O sono vem, como que por magia… e nós adormecemos… Será mesmo assim?

Foram todas estas questões que sempre me fizeram explorar cada vez mais aprofundadamente esta questão do sono e que agora posso partilhar convosco!

Coloquei todos os meus conhecimentos numa conselheira automática para que todos possam, dessa forma, consciente, perceber melhor o que é isto do sono, como funciona e para que serve. Esta conselheira pode ajudar-vos a identificar não só as vossas necessidades de sono (para cada idade) bem como as mudanças necessárias para longas noites de sono saudável partilhadas por todos aí em casa! Venham conversar com ela aqui e se precisarem de mais ajuda ela faz-vos um acompanhamento automático onde encontraram as melhores dicas para a vossa família. Porque não há 2 pessoas iguais, logo, não há 2 famílias iguais. Sem receitas, sem mezinhas, sem “treinos de sono”. Esperamos por vocês!

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Dicas para superar a prova da varicela

Nada causa mais ansiedade a uma mãe (ou pai) do que ver o seu filhote doente e sentir-se verdadeiramente impotente face ao decurso da situação. Recorremos ao médico mas voltamos, muitas vezes, com a sensação de que não esclarecemos tudo, não tiramos todas as dúvidas, nem sabemos o que melhor podemos fazer para ajudar o nosso mais que tudo a sentir-se melhor.

Nesse sentido, vou tentar ir reunindo alguns cuidados de saúde complementares à medicação sobre as mais variadas afecções de saúde recorrentes na infância.

Varicela: