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Reagir a cada ai!

Os bebés, e crianças em geral, tendem a reagir em função da reacção dos seus principais cuidadores, ou seja, por muito que nos custe de início, não devemos reagir com aflição a cada queda/tropeção e afins dos nossos mais que tudo.

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Foto: T. Rolf @ sxc.hu

 

1º Avaliar a situação

2º Avaliar a reacção do pequeno

3º Se tivermos de intervir, tentar não ampliar a situação

 

Ex: Se estivermos num barco que parece estar com algum problema e o capitão passar por nós em pânico, qual será a nossa reacção? E se ele aparentar estar calmo a resolver o problema? Pois… e nós somos adultos…

 

 

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Adaptação à creche, ao jardim-de-infância ou à ama

Cada criança tem necessidades diferentes no que toca a adaptação a novas realidades/rotinas.
A entrada na creche/ama/jardim de infância é sempre uma fonte de preocupação para os pais.

kindergardenFoto de Sean Lancaster, via freeimages.com

Uma boa opção poderá passar por ficar com ele algum tempo no primeiro dia e avaliar se ele se está a integrar e ajuda-lo a fazê-lo: ajudar a encontrar os brinquedos, mostrar todos os espaços, estabelecer relações de confiança com os cuidadores, apresentar as outras crianças…

Outro aspecto importante é o nosso exemplo: os nossos filhos reagem instintivamente à nossa imagem, ou seja, se estivermos ansiosa(o)s, eles vão mostrar sinais de ansiedade, se desconfiamos das pessoas que serão os seus principais cuidadores, eles não confiarão nessas pessoas, e etc.

Por isso recomendo que inspirem fundo, confiem que vai correr bem, deixem o relógio em casa no primeiro dia (vão sem horários para sair ou voltar) e centrem-se no seu filho e ajudem-no a descobrir as novidades!
Ele dar-vos-á todos os sinais que precisam para avaliar como precisam proceder na sua adaptação!

Assim que vejam que ele está integrado, estabeleçam uma rotina de despedida (beijinho e abraço, por exemplo) e saiam. Isto pode não acontecer no primeiro dia, mas tem de obrigatoriamente acontecer algum dia.
Se o vosso coração ficar apertadinho, é normal! Se quiserem chorar, chorem! Por isso, é importante que tenha a certeza que, no, fundo estão a fazer o melhor pelo vosso filho! Façam também a vossa própria adaptação à nova realidade, mas sem interferir com a dele (e de preferência sem ele se aperceber).

Boa sorte!